A Casa Cor Rio 2017 inaugura nessa 3a. feira, dia 24 de outubro a sua 27a. edição.

E, ao longo dessa semana, vamos mostrar tudo que veremos por lá.

Viver e trabalhar no mesmo lugar. 

Essa é a proposta da CASACOR Rio, que se engaja na revitalização do centro histórico e se instala no Porto Maravilha − em um edifício de arquitetura arrojada, projetado pelo escritório Foster+Partners, do arquiteto inglês Norman Foster, vencedor do prêmio Pritzker.

O evento vai apresentar até 30 de novembro, como seria viver num empreendimento de uso misto.

Com projetos de lofts, estúdios e ambientes de estar, além de espaços corporativos e lojas, assinados por cerca de 40 equipes de profissionais da área.

logo casa cor rio 2017

 

A CASACOR Rio ocupará cerca de 10 mil m2 do empreendimento, tendo como mote um caminho que vem pautando não só a decoração, mas a sociedade em geral: o foco no essencial.

 “O Porto do Rio foi pensado para ser um mix de trabalho, moradia e cultura e, na sua missão de ser o reflexo da ocupação urbana da cidade e estilo de vida de seus moradores, a Casa Cor Rio 2017 se instala na região portuária, valorizando o movimento de revitalização que há sete anos iniciou-se nessa área”, afirma Patricia Mayer, sócia-diretora da CASACOR Rio.

 

Aqwa Corporate para Casa Cor Rio 2017

Prédio da Foster + Partners,  de Norman Foster

 

norman foster Casa Cor Rio

Norman Foster

 

O AQWA Corporate, da Tishman Speyer, maior gestora de fundos imobiliários do mundo,  foi inaugurado no dia 19 de outubro, cinco dias antes da abertura da CASACOR.

Com pré-certificação LEED  (Leadership in Energy and Environmental Design, concedida pela ONG Green Building Council), o prédio chama a atenção pela sua arquitetura: em vez de um bloco retangular, ele atinge a forma diagonal ao longo dos pavimentos mais altos.

A fachada de vidro − térmico e acústico − permite vista de 360º do Rio de Janeiro e, sendo inclinada, ajuda a proteger o prédio da intensa luz do sol, chegando a reduzir a incidência solar em até 60%.

Esse fator também garante mais sustentabilidade, por exigir menos da refrigeração das máquinas.

 

 

Celina Mello Franco

Liliane Abreu

 

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